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Financiamento

Financiamento de imóveis: o que mudou?

No final do mês de setembro, vários veículos de comunicação divulgaram que o Sistema Financeiro da Habitação estaria sofrendo alterações nas regras para contratação de financiamento habitacional, o que causou desânimo e até desistência de muita gente em realizar o sonho da casa própria.

Na realidade, o sistema financeiro da habitação não sofreu efetivamente mudança. As alterações nas regras de contratação foram adotadas somente pela Caixa Econômica Federal.

Os demais bancos, que também atuam como Agentes do Sistema Financeiro da Habitação, continuam operando normalmente na contratação de empréstimos para aquisição de imóveis novos e usados, com taxas bem competitivas.

Já as novas regras da Caixa – que já entraram em vigor – diminui a porcentagem financiada pelo banco federal para contratação de financiamento de imóveis usados, de 70% para 50% do valor efetivo do imóvel.

O motivo da redução no percentual de financiamento para imóveis usados, se deu exclusivamente pelo esgotamento das verbas orçadas para essa modalidade no ano de 2017, devido à grande demanda.

Para imóveis novos as regras continuam as mesmas: pelo sistema de financiamento SAC, 80% e pela tabela Price, o teto de 70% também foi mantido. Segundo a assessoria da Caixa, a porcentagem para financiamento de imóveis novos se manteve maior com intuito de aquecer a indústria da construção civil no país, que é um dos setores mais responsáveis pela geração de emprego e renda.

Uma outra mudança está relacionada à suspensão dos financiamentos intervenientes quitantes, operação em que um imóvel já financiado por outro banco é vendido para um terceiro.

As verbas destinadas a financiamentos habitacionais para 2017, foram aproximadamente 18% superiores aos números orçados em 2016. Como em setembro de 2017 esses recursos já haviam esgotado, conclui-se que grande parte da população está realizando o sonho da casa própria.

Sistema de financiamento SAC e o Price

E esses dois sistemas de financiamento, você os conhece? O SAC e o Price são os mais usados para esse tipo de operação e nós vamos te contar um pouco mais sobre eles:

SAC

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O Sistema de Amortização Constante é o mais utilizado na hora de contratar um financiamento, e ele consiste basicamente na manutenção da amortização, o que gera uma diminuição do valor principal na medida em que as parcelas são pagas, já que os juros são calculados com base no valor total. Ou seja, o saldo devedor decresce a partir do primeiro pagamento das parcelas, assim como os juros.

Sistema Price

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Já na tabela Price, a metodologia é inversa. As prestações são constantes, a amortização e os juros são variáveis. Essa variação acontece no sentido contrário ao longo do prazo do financiamento, o que gera às vezes, parcelas um pouco menores no início, logo, a diminuição do saldo devedor só é perceptível depois que mais da metade das prestações foram quitadas.

E aí, curtiu as informações? Você acha que elas serão benéficas no final das contas? Conta pra gente! E para encontrar o imóvel dos seus sonhos, entre em contato com a Decisão Imóveis. Possuímos a casa ou apartamento que mais combina com você!

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Imóveis

As melhores dicas para escolher o lugar perfeito para morar

Escolher o melhor imóvel não é uma tarefa simples! São diversos aspectos que devem ser analisados, afinal, a nova casa ou apartamento é mais do que um investimento, é a realização do sonho de milhares de pessoas. Por isso, tudo deve ser feito com bastante calma, para não haver nenhum problema tanto no presente, quanto no futuro.

E para que tudo corra da melhor maneira, você deve ficar atento para todos os aspectos, que vão desde a negociação do imóvel, a infraestrutura até a localização. Já vai se preparando para salvar as dicas que separamos para você, com elas o seu sonho vai se concretizar da melhor forma possível. Anota aí:

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 Pontos para atenção

Alguns pontos merecem destaques na hora de escolher o melhor lugar para morar. Atente-se para esses aspectos fundamentais, como:

  • Segurança;
  • Área comercial e proximidade de padarias, supermercados, bancos;
  • Como o bairro ou região é servido de transporte público;
  • Existência de áreas desertas;
  • Clima da vizinhança;
  • Iluminação nas ruas.

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 Conheça suas necessidades

Se sua família é grande, certamente você dará preferência por uma casa ou apartamento maior e mais próximo do comércio local, das escolas e de vias de fácil acesso, ruas mais movimentadas e uma região próxima de outros familiares, além de maior facilidade para o acesso ao trabalho e regiões hospitalares.

Mas se seu estilo de vida é menos rotineiro, um pequeno apartamento nas regiões centrais pode ser o ideal. Com várias opções de lazer e transporte público de fácil acesso, essas regiões são as mais indicadas para os jovens casais, ou os universitários que procuram a primeira moradia independente.

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Orçamento equilibrado

Esse é um dos aspectos mais importantes na hora de concretizar esse novo investimento. Pesquise bem os valores dos imóveis da região, mas não se esqueça de que os preços são bem variáveis, por isso a melhor dica é procurar um especialista de confiança e deixar seu corretor por dentro de todas as suas dúvidas e necessidades. Esses pequenos passos podem te ajudar a não inchar seu orçamento, e transformar essa importante experiência em uma definitiva realização.

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 Escolha a imobiliária certa

Passando por todas essas etapas, você certamente estará mais próximo de ter o imóvel dos sonhos. E para concretizar esse objetivo, é importante ter a imobiliária certa e de confiança. Para isso existe a Decisão Imóveis, que atua no mercado há mais de duas décadas e possui diversas opções de casas e apartamentos nas melhores regiões de Belo Horizonte.

Curtiu todas as dicas? Então conta pra gente qual é o imóvel dos seus sonhos! Nós vamos te ajudar a transformá-lo em realidade. Entre em contato com um de nossos corretores e comece a dar vida ao seu novo e tão sonhado lar. 😉

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Financiamento

COMO FINANCIAR UM IMÓVEL DE ACORDO COM SUA RENDA

É fato: o sonho da casa própria atinge boa parte da população do nosso país. Aquele velho jargão que diz “quem casa quer casa” não restringe mais o único público que deseja adquirir sua casa própria. Várias pessoas com perfis diferentes, hoje, prezam pelo exercício da liberdade, principalmente a de morar sozinho ou, até mesmo, adquirir um imóvel para investimento. A grande pergunta é: como comprar um imóvel? Na realidade, muita gente acredita que as constantes divulgações de “crise financeira” sejam o grande empecilho para a realização desse sonho, o que não é verdade.

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VAMOS ENTENDER MELHOR?

Os vários bancos que atuam como Agentes do Sistema Financeiro da Habitação possuem verbas de sobra que são destinadas ao crédito imobiliário, em linhas de crédito que podem ser parceladas em até 420 meses (35) anos, além de financiar até 80% do valor do imóvel pretendido (obviamente dependendo do enquadramento). Lembrando sempre que o valor da prestação não poderá ser superior a 30% da renda bruta, individual ou familiar.

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COMO CALCULAR O VALOR DO FINANCIAMENTO SEGUNDO SUA RENDA

O fator utilizado atualmente é 0.012, onde está embutido prestação + juros + seguro. Vamos supor que você tenha 30 anos de idade e tenha uma renda mensal individual ou familiar de R$ 4.000,00. Para esse caso, sua prestação poderá ser de até 30% da sua renda, ou seja, R$ 1.200,00. Considerando isso, o cálculo é simples: valor da prestação dividido pelo fator 0.012 = 100.000,00, ou seja, você pode financiar até R$ 100.000,00 do valor do imóvel. Outro exemplo: se sua renda mensal for R$ 5.000,00, você poderá comprometer até 30% com a prestação, que será R$ 1.500,00. Você irá dividir o valor da prestação limite, que é R$ 1.500,00, por 0.012, resultando em um valor de R$ 125.000,00; portanto, você poderá financiar até R$ 125.000,00 do valor do imóvel que deseja comprar. Vamos aumentar essa receita, agora: se sua renda mensal for de R$ 8.000,00, poderá comprometer até R$ 2.400,00 dela; dividindo esse por 0.012, temos o valor de R$ 200.000,00, o que significa que você poderá financiar somente até R$ 200.000,00 do valor do imóvel desejado. Fácil, não é?

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A HORA DE FINANCIAR É AGORA

Se você pretende tornar o sonho da casa própria uma realidade, aqui vai uma dica: aproveite ESTE momento! Devido às reduções da taxa SELIC que vêm sendo praticadas pelo Banco Central do Brasil, o enquadramento para financiamentos habitacionais atingiram patamares extremamente atrativos, proporcionando condições excepcionais.
E agora, com todas essas informações, você se sente mais preparado para fazer um financiamento? Caso tenha alguma dúvida ou comentário, não esqueça de escrever aqui embaixo. 😉

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Finanças

Como funciona a permuta de imóveis?

Negociações são sempre complexas, mas com as que envolvem os imóveis, o cuidado precisa ser ainda maior. Para facilitar, os proprietários, interessados em aumentar a liquidez, estudam o recebimento de imóveis como parte de pagamento ou, em casos excepcionais, consideram até mesmo a permuta integral. Você já deve ter ouvido falar em permuta de imóveis, mas sabe exatamente como funciona? Na verdade, é bem simples. A permuta é a troca de dois ou mais imóveis e pode envolver uma parte da negociação em dinheiro. Essa ação pode elevar o número de interessados no imóvel, possibilitando mais agilidade nos negócios.

Para o vendedor, a liquidez é um fator importante, pois ao receber como parte de pagamento de seu imóvel um imóvel de menor valor, o número de possíveis compradores aumenta consideravelmente. Para o comprador, ele não precisa vender o seu imóvel, e a partir da venda, procurar um outro para aquisição, evitando assim uma série de desgastes tais como prazo para entrega do imóvel vendido e recebimento do imóvel adquirido, conciliar os recebimentos e pagamentos, riscos de atrasos, possibilidade de inadimplência, dentre outros.

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Além disso, a legislação tributária, em caso de permuta, possibilita uma economia e até isenção de impostos para ambas as partes.É importante lembrar que as permutas não isentam as partes do pagamento das comissões para o corretor ou empresa intermediária da negociação, permitindo a cobrança das comissões sobre os valores integrais de cada imóvel envolvido, nos percentuais de acordo com a tabela do CRECI (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis).

Nós, da Decisão Imóveis, estamos à disposição para sanar suas dúvidas sobre o assunto. Gostaríamos de saber se você já participou desse tipo de transação. Se sim, o que achou? Fato é que, se você estiver pensando em comprar ou negociar seu imóvel, consulte sempre um especialista e estude bastante o mercado. Assim, você conseguirá concretizar seu objetivo sem correr riscos!

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Imóveis

As diferenças entre apartamento, loft, studio e quitinete

Você consegue diferenciar esses tipos de imóveis? É importante conhecer a fundo os detalhes que os envolvem para saber exatamente qual é o estilo ideal para você. As diferenças estão presentes em diversos aspectos, e nós vamos te ajudar a descobri-los.

O apartamento convencional é o mais popular entres os brasileiros. Com paredes que funcionam como divisórias, eles possuem diversos ambientes; os mais tradicionais têm sala, cozinha, quartos, banho e áreas de serviço e lazer. Esse tipo de moradia é a mais escolhida por aqueles que possuem famílias maiores, ou até mesmo com menos integrantes. As dimensões e valores desses imóveis são bem variáveis, assim como seus estilos, cabendo aos diversos gostos e necessidades.

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Se você está à procura de um imóvel mais compacto e conjunto, os lofts podem ser ideais. Eles surgiram nos Estados Unidos da década de 1960, nas regiões industriais da cidade de Nova York, quando espaços que abrigavam grandes fábricas foram transformados em moradias. As construções eram amplas, com pé direito elevado e vãos livres, bem diferentes das convencionais, o que deixava esse tipo de imóvel bem mais barato. Seu estilo mais livre, sem separação entre os cômodos, atraiu a atenção dos jovens e em pouco tempo o loft se tornou tendência. Atualmente eles representam uma boa parcela do mercado imobiliário no Brasil, e é procurado principalmente por casais mais jovens, que estão investindo no primeiro imóvel com o estilo mais urbano, moderno e que não possui mais de 50 m².

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Já os studios – uma das atuais tendências – são bem parecidos com os lofts. Na verdade, foram inspirados neles! O que os difere são os valores e tamanhos: os studios são geralmente mais compactos e possuem um preço ainda mais acessível. Seu estilo prático e moderno atrai principalmente pessoas itinerantes ou os que procuram a primeira moradia independente, sem a preocupação com o espaço, que costuma variar entre 30 m² e 50 m². Outro fator positivo dos studios está relacionado à localização, que fica em áreas estratégicas das grandes cidades com maior facilidade de acesso ao transporte público e regiões ricas em lazer.

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As quitinetes são bem populares no Brasil. Localizadas principalmente em regiões centrais, são ideais para quem procura um ótimo custo-benefício. Elas são formadas por apenas um cômodo que engloba o quarto, a cozinha e o banheiro (sendo o único com divisória), distribuídos em um espaço que varia de 20 m² a 35 m². Seu preço é o mais acessível de todos os tipos citados, assim como seu espaço é o mais compacto. São estruturas mais simples, sendo ideais para quem vai morar sozinho.

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Agora que você conhece bem esses tipos de imóveis, já tem tudo para escolher o que mais combina com seu estilo e necessidades. Já está pronto para tomar a decisão certa? Então conta pra gente: de qual você mais gostou? ;D

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Cozinha

COMO ESCOLHER COOKTOP E FORNO?

A principal vantagem do cooktop em relação ao fogão convencional é que o cooktop pode ser instalado em qualquer superfície plana, como a bancada da cozinha, economizando espaço no ambiente para investir em armários, por exemplo. E, com cômodos cada vez mais compactos nas construções modernas, cada centímetro poupado é valioso. Além disso, entra o quesito beleza: cooktops geralmente são muito apreciados pelo design, que confere um ar mais sofisticado à cozinha.
Veja abaixo algumas diferenças entre os tipos de equipamentos que podem ajudar você a decidir qual comprar, de acordo com o seu estilo de vida:

Cooktop a gás

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Seja com gás encanado ou por meio de botijões, esse tipo de cooktop funciona como um fogão comum a gás e é o mais comum nas cozinhas contemporâneas. Geralmente feito de material esmaltado resistente, possui queimadores e chama viva e a tampa pode ser de inox ou vidro temperado. É o modelo mais vendido por ser adequar a diversos tipos de panelas, como cerâmica e aço inox.

Cooktop elétrico

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Já o cooktop elétrico dispensa o uso de gás, evitando possíveis problemas com vazamentos; no entanto, consome bastante energia elétrica e, claro, não funciona quando há falta dela. Uma grande vantagem é que, com esse modelo, você tem o total controle da temperatura. Além disso, os controles são eletrônicos: você administra as potências e as resistências, posicionadas embaixo da mesa.

Cooktop por indução

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Esse tipo de cooktop é o mais moderno, cujo sistema é capaz de aquecer os alimentos com maior rapidez. E, tão rápido quanto aquece, também esfria: basta retirar a panela da superfície, sendo a melhor opção para quem tem crianças em casa, evitando quaisquer riscos de queimaduras (também não é possível se queimar encostando a mão sobre o queimador!). Mas, para utilizar o cooktop por indução, é preciso ter panelas especiais, com base magnética (em aço, multicamada/fundo triplo ou ferro fundido): o calor é gerado por correntes eletromagnéticas, somente com o contato direto entre elas e a tampa vitrocerâmica. Ou seja, nada de panelas de alumínio, vidro, cerâmica ou outros itens com base de cobre ou pirex.
Dos três, o modelo mais barato e, talvez, mais prático, é o cooktop a gás (principalmente porque muitos condomínios já possuem instalação completa para gás encanado). Só é importante lembrar que, independente da sua escolha, é preciso a presença de um técnico especializado na instalação. Procure, também, somente por mangueiras (no caso do modelo a gás) regulamentadas pelo INMETRO e tomadas no novo padrão de três pintos (para o modelo elétrico). Sobre a superfície a ser instalada, consulte os manuais para entender as distâncias limite entre o cooktop e a base do móvel.
Como o cooktop não possui forno, como o fogão, também é necessário investir um tempo pensando na melhor opção para combinar com a sua cozinha e com a dinâmica que você realiza dentro dela. O bacana dos fornos de embutir é que dá para colocá-lo em um local que possibilite um melhor aproveitamento do espaço, e em uma altura confortável para o abrir e fechar da porta, sem precisar se abaixar para retirar e colocar o alimento (como acontece no forno do fogão).

Forno a gás

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Muito econômico, gasta pouca energia elétrica (somente para gerar faísca ou acender a lâmpada) e é mais rápido que o forno elétrico tanto para esquentar quanto para esfriar. Por isso, é considerado a melhor opção quando pensamos em pratos que necessitam de um tempo maior de cozimento.
No entanto, a temperatura dele não é tão precisa quanto a de um forno elétrico, o que requer mais cuidado com receitas rápidas e doces, que são mais delicados para assar. Esse tipo de forno também não gratina alimentos (a menos que tenha a função Grill) e necessita de mão de obra especializada para instalar (lembre-se de verificar a quantidade de saídas de gás existentes no seu imóvel; às vezes não é possível ligar forno e cooktop ao mesmo tempo).

Forno elétrico

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Como dito acima, o forno elétrico possui vários tamanhos e permite um maior controle da temperatura (com geração e distribuição de calor mais seguras e eficientes, assando o alimento por igual), programação de tempo com desligamento automático, facilidade para limpar e instalação mais simples: basta uma tomada aterrada (geralmente de 220 v).
Os pontos fracos são o preço mais alto, o consumo de energia elétrica – em torno de 40% a mais, se comparado com o forno a gás -, a necessidade de móvel planejado para encaixá-lo, uma maior demora para esquentar e esfriar e, claro, o incômodo de uma eventual falta de energia.
Com essas dicas, você já está mais preparado para fazer a sua escolha. Seja como for a sua cozinha, torcemos para que tudo fique do jeito que você imaginou. Depois, conte para a gente. 😉

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Mudança

7 DICAS PARA ORGANIZAR SUA MUDANÇA DE CASA

Mesmo que você já tenha feito mudanças antes, vamos combinar: é um processo que requer sempre muita organização e disposição, independente da experiência. Por isso, se você está prestes a passar por uma nova mudança de casa ou apartamento, preste atenção nas dicas que a gente trouxe, que podem ajudar e muito para que tudo ocorra de forma mais simples. 😉

  1. Antes de qualquer coisa, escolha como fará sua mudança

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Você vai fazer isso sozinho, com ajuda de parentes e/ou amigos, ou prefere contratar uma empresa de transporte? Pense na quantidade de itens e móveis que precisará carregar para o novo lar e, se for o caso, invista somente no transporte das caixas, sem contar com a tarefa de embalar. Se sua escolha for essa, no entanto, lembre-se que a embalagem pode levar dias para ficar 100% pronta.

Sobre a empresa de transportes, quanto mais cedo você decidir qual contratar, melhor. Assim, os horários acordados serão mais facilmente cumpridos. Leve em consideração os serviços oferecidos e, principalmente, se há algum tipo de seguro contra danos na mudança, evitando possíveis dores de cabeça. Não se esqueça de registrar todo o combinado em contrato!

  1. Ordene seus passos

Estabeleça em que ordem suas coisas devem chegar, resolvendo, também, quais itens essenciais serão entregues no primeiro dia de transporte e quanto tempo você pode esperar até enfim começar a habitar a casa nova. É comum ter que passar uma ou duas noites na casa de alguém ou em um hotel enquanto a transição não se ajeita totalmente; por isso, é importante separar artigos pessoais, roupas, toalhas, etc. como numa bagagem de mão.

  1. Identifique as caixas

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Essa etapa é essencial para uma boa organização durante a mudança! Mesmo que você tenha contratado uma empresa para realizar as embalagens, nomeie as caixas de acordo com o que elas têm dentro, para garantia de segurança. Se preferir detalhar o conteúdo, melhor ainda (por exemplo: em vez de escrever simplesmente “roupas” na caixa, seja específico e escreva “vestidos de festa”). Isso economizará esforço e tempo e ajudará imensamente no momento de desempacotar, facilitando o processo de mudança já na nova casa e quando você precisar encontrar algo antes de tudo ser finalizado.   

  1. Aproveite para separar itens que não quer mais

Enquanto embala suas coisas em caixas, separe aquelas que você não usará mais na nova casa e faça uma doação ou mesmo uma venda. Ou seja, quando já estiver de mudança feita, haverá menos volume e bagunça.

  1. Leve separadamente itens valiosos e frágeis

Mesmo com o seguro contra danos na mudança, é bom se resguardar. Documentos, fotos, joias, aparelhos eletrônicos e outros objetos valiosos (economicamente e sentimentalmente) podem ser extraviados, quebrarem ou, em casos mas graves, furtados. Por isso, prefira guardá-los em caixas separadas e levá-los com você.  

  1. Na casa nova, comece a organização pela cozinha

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Simples: a cozinha é onde os moradores frequentam todos os dias, portanto, ter em mãos utensílios diários já ajuda muito nesse período de adaptação.

  1. Depois, passe para os quartos: um cômodo de cada vez

Priorize os guarda-roupas, começando pelos cabides – uma vez que roupas de pendurar amassam facilmente, para evitar retrabalho depois. Organize os itens pessoais e pense sempre em “um cômodo de cada vez”, afastando o estresse para garantir uma mudança tranquila e organizada. Tente deixar todas as caixas em um único cômodo, de preferência grande, e a partir daí desempacotar as coisas pouco a pouco de acordo com o que você planejou.

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comprar um imovelFinanças

CONSÓRCIO OU FINANCIAMENTO: QUAL ESCOLHER?

Uma verdade imutável para começar este texto: pagar um imóvel à vista é, sempre, a melhor opção. Assim, não acumulamos dívidas e ainda podemos conseguir um bom desconto na negociação, correto? Mas, infelizmente, concentrar o valor total de um imóvel pode levar muitos anos para a maioria das pessoas, que não está acostumada a poupar dinheiro e investir desde cedo.

Por isso, a gente trouxe para você duas outras maneiras de alcançar o sonho da casa própria que não dependem de grandes quantias acumuladas:

Consórcio

Criado nos anos 1960, o consórcio inicialmente servia para comprar carros e, posteriormente, foi estendido para outros mercados, como o imobiliário.

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Ele funciona da seguinte forma: grupos de pessoas que objetivam comprar a mesma coisa se cotizam para compor um caixa único, que servirá para adquirir essa coisa de tempos em tempos. Ganha o direito à carta de crédito aquele cuja cota for sorteada ou quem der o maior lance em uma espécie de leilão, onde as pessoas dão lances que equivalem ao adiantamento de determinado número de parcelas. Caso a sua carta de crédito não saia por nenhuma dessas maneiras, a contemplação só pode ser feita quando o grupo chegar ao fim. O problema é que isso pode demorar anos.

Financiamento

Para você comprar seu imóvel via financiamento, os bancos te oferecem crédito imobiliário, cujas linhas podem se diferenciar de acordo com o tipo de imóvel (residencial ou comercial) e seu público específico.

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Em Minas Gerais existe o SFH – Sistema Financeiro da Habitação -, que permite a aquisição de imóveis que custam até R$ 750 mil. E, para todos os estados, também existem o Pró-Cotista, feito exclusivamente para assalariados que optam pelo recolhimento do FGTS; e o SFI – Sistema Financeiro Imobiliário -, para quem quer comprar imóveis de valores superiores aos do SFH. Nesse caso, os juros também são mais altos e variam dependendo de cada banco.  

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

Consórcio:
Pagamento de taxa de administração, fundo de reserva e seguro prestamista
Há reajustes anuais pelo INCC
Não é possível receber o imóvel imediatamente
Prazos normalmente inferiores aos do financiamento
Imóveis podem se valorizar mais que o reajuste do INCC da carta de crédito
Risco de inadimplência dos demais membros do grupo

Financiamento:
Pagamento de juros
Reajustes anuais pela TR
Pode usufruir do bem imediatamente
É possível diluir as parcelas em prazos mais longos (no entanto, quanto maior o prazo, mais juros você paga)
O imóvel estará, provavelmente, mais valorizado ao fim do financiamento
Risco de crédito do banco

Já deu para perceber que são modalidades bem distintas, não é? Por isso, antes de tomar uma decisão, entenda que a análise deve ir muito além da questão financeira. Se você, por mais que queira comprar o seu próprio imóvel, ainda não escolheu qual vai querer ou não tem intenção de se mudar rapidamente, o consórcio pode ser uma boa opção. Mas, se você pretende usufruir do imóvel imediatamente, mesmo consciente de que ele só será totalmente seu depois da última parcela paga, o financiamento é mais atraente.

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5 MANEIRAS DE VALORIZAR SEU IMÓVEL ANTES DE COLOCÁ-LO PARA ALUGAR

 

Alugar um imóvel é um investimento. E, como investimento, é natural que queiramos obter o maior retorno possível, certo? Para isso, no caso desse mercado imobiliário, além de ter um imóvel em localização respeitada, com um condomínio que ofereça custo-benefício atraente, é possível realizar algumas mudanças simples que podem gerar valorização e, consequentemente, um valor de aluguel mais alto. Principalmente quando levamos em consideração que, hoje, o locatário tem muito poder de escolha.

É por isso que, quando pesquisamos imóveis para alugar numa mesma região, devemos comparar casas e apartamentos entre si que tenham características semelhantes; logo, os aluguéis daqueles mais antigos e estruturalmente mal atualizado vão custar menos.

Vamos às dicas para você dar um tapa no seu imóvel?

  1. Troque o piso

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Digamos que o piso é uma das primeiras coisas que atraem o olhar do potencial locatário e, por isso, é um ponto importante para valorizar o lugar. Avalie trocar o seu por madeira ou porcelanato piso sobre piso, que é uma opção de reforma mais barata. O vinílico, que imita o aspecto da madeira, também possui um ótimo custo-benefício e são bem fáceis de limpar: bastam água e sabão.

  1. Repinte os cômodos

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Se o piso é uma das coisas que mais chamam a atenção, as paredes não ficam atrás. Elas são, inclusive, mais fundamentais do que os móveis habitados no local, já que quem visita está interessado em avaliar o espaço. E, cá entre nós, é supernormal que entre um inquilino e outro – que dá retoques nas paredes, desgasta a tinta e usa massa corrida cada vez que precisa retirar quadros e entregar o imóvel “zerado” ao proprietário – os cômodos passem a não ficar no mesmo tom de cor.

Por isso, repintá-los é uma decisão bastante acertada: invista em cores neutras, o que não significa usar somente o branco. Deixar o imóvel “básico” é a melhor forma de fazer com que o visitante consiga enxergar no espaço o que ele pretende fazer depois de alugá-lo.

  1. Armários planejados são um combo sucesso

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Pense bem: quem quer alugar certamente vai ficar mais feliz se encontrar um imóvel prontinho, com armários esperando por ele, sem ter que gastar dinheiro a mais pensando em como armazenar panelas, roupas e acessórios de banheiro. Afinal, estar num apartamento ou casa alugada significa uma estadia temporária, mesmo que duradoura, e o inquilino pode não estar disposto a comprar esse tipo de móvel no momento.

Por isso, armários planejados, além de funcionais por otimizarem os espaços, são uma ótima saída. Ao invés de contratar uma loja especializada no assunto, que certamente será mais cara, prefira pesquisar um bom marceneiro para realizar o projeto nos locais mais relevantes, como cozinha, quartos e banheiros. Ah, e assim como no caso das tintas nas paredes, escolha cores neutras para não personalizar demais e acabar afastando alguns locatários. Não se esqueça de conferir também se as gavetas e portas abrem facilmente ou fazem barulho.

  1. Invista em iluminação inteligente

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Por inteligente, queremos dizer saber escolher qual a melhor para determinado cômodo, o que valoriza o mesmo E o próprio imóvel, claro. Para os quartos, por exemplo, recomenda-se luminárias do tipo plafon, que dão sensação de aconchego, enquanto que para a cozinha o ideal são lâmpadas fluorescentes, com uma iluminação mais direta e clara.

  1. Esquadrias perfeitas

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Esse é um ponto básico, mas que nem todo mundo presta atenção (com exceção do visitante!): faça manutenção em corrediças, dobradiças e trilhos de portas e janelas para que tudo funcione corretamente. Testemunhar o futuro inquilino colocando-as à prova não precisa ser uma situação desconfortável.

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APRENDA A ECONOMIZAR DINHEIRO PARA COMPRAR SEU IMÓVEL

Depois que nos tornamos adultos, com responsabilidades, contas para pagar e, de vez em quando, algumas dívidas que apertam o orçamento doméstico, é natural pensarmos na importância de lidar com dinheiro desde jovem. Afinal, quanto mais cedo aprendemos a economizar, mais dinheiro conseguimos acumular não só para trabalharmos nossas despesas com folga, mas para realizarmos nossos projetos particulares, como a compra de um imóvel. É muito comum ouvirmos amigos e familiares se queixando do salário acabar antes do fim do mês, ou de como é difícil planejar uma viagem ou uma mudança de uma cidade para outra devido ao não hábito de poupar. Quando ocorre alguma emergência, então, nem se fala.  

Por isso, a primeira coisa que temos que ter em mente é: não gaste mais dinheiro do que você ganha – isso mina qualquer chance de economizar e, consequentemente, a sua liberdade de compra futura. Ou seja, é sensato, primeiramente, ganhar mais do que se gasta ou gastar menos do que se ganha. Independente de crises econômicas nacionais – o famoso “está ruim para todo mundo”-, é preciso organizar um planejamento financeiro e deixar uma porcentagem disponível para economia.

Antes de mais nada, construa uma espécie de diário com suas despesas através de uma planilha no computador, por exemplo, e faça disso um hábito. Anote tudo o que você gasta no mês, preferencialmente em categorias, e pergunte-se quanto você ganha e quanto precisa, de fato, gastar nesse período? Aluguel, IPTU e contas como energia, TV por assinatura, telefone, internet, água e gás variam pouco, mas não esqueça das despesas categorizadas em lazer, roupas, alimentação e outros, que não podemos prever com tanta facilidade. São elas que podemos avaliar e remanejar de acordo com a nossa receita: é mesmo necessário, por exemplo, ir ao cinema toda semana? É preciso comprar roupas todo mês? E jantar naquele restaurante mais caro? Onde é possível cortar gastos?

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É normal que, após uma análise dessa, a família perceba que é possível reduzir entre 20% e 30% dos gastos trocando planos de celular ou pacotes de TV por assinatura, eliminando aquele cafezinho de toda tarde, cortando o delivery do fim de semana, tomando banhos mais rápidos e desligando a luz do abajur.

Uma vez que você já sabe quanto custa para viver mensalmente, crie metas para suas despesas:

50% da receita para gastos essenciais: moradia, alimentação, transporte, educação
15% para poupança: se você estiver com dívidas, use essa porcentagem para quitá-las. Se não, use para criar um montante de economia.
35% para manter seu estilo de vida: todos os gastos relacionados a lazer, compras variadas, hobbies, etc.  

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E para comprar um carro, o imóvel dos sonhos ou mesmo planejar a aposentadoria? Faça um projeto de vida de curto, médio e longo prazo: calcule quanto vai custar cada um desses objetivos e o tempo que você levará para alcançá-los, sempre trabalhando com a sua planilha de orçamentos.

Se você ainda não tiver uma, sem problemas: a Decisão Imóveis disponibilizou uma planilha inicial para você começar a registrar suas receitas e despesas, conseguir poupar dinheiro e se preparar melhor para pagar sua futura casa ou apartamento. Faça o download grátis: 

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