APRENDA A ECONOMIZAR DINHEIRO PARA COMPRAR SEU IMÓVEL

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Depois que nos tornamos adultos, com responsabilidades, contas para pagar e, de vez em quando, algumas dívidas que apertam o orçamento doméstico, é natural pensarmos na importância de lidar com dinheiro desde jovem. Afinal, quanto mais cedo aprendemos a economizar, mais dinheiro conseguimos acumular não só para trabalharmos nossas despesas com folga, mas para realizarmos nossos projetos particulares, como a compra de um imóvel. É muito comum ouvirmos amigos e familiares se queixando do salário acabar antes do fim do mês, ou de como é difícil planejar uma viagem ou uma mudança de uma cidade para outra devido ao não hábito de poupar. Quando ocorre alguma emergência, então, nem se fala.  

Por isso, a primeira coisa que temos que ter em mente é: não gaste mais dinheiro do que você ganha – isso mina qualquer chance de economizar e, consequentemente, a sua liberdade de compra futura. Ou seja, é sensato, primeiramente, ganhar mais do que se gasta ou gastar menos do que se ganha. Independente de crises econômicas nacionais – o famoso “está ruim para todo mundo”-, é preciso organizar um planejamento financeiro e deixar uma porcentagem disponível para economia.

Antes de mais nada, construa uma espécie de diário com suas despesas através de uma planilha no computador, por exemplo, e faça disso um hábito. Anote tudo o que você gasta no mês, preferencialmente em categorias, e pergunte-se quanto você ganha e quanto precisa, de fato, gastar nesse período? Aluguel, IPTU e contas como energia, TV por assinatura, telefone, internet, água e gás variam pouco, mas não esqueça das despesas categorizadas em lazer, roupas, alimentação e outros, que não podemos prever com tanta facilidade. São elas que podemos avaliar e remanejar de acordo com a nossa receita: é mesmo necessário, por exemplo, ir ao cinema toda semana? É preciso comprar roupas todo mês? E jantar naquele restaurante mais caro? Onde é possível cortar gastos?

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É normal que, após uma análise dessa, a família perceba que é possível reduzir entre 20% e 30% dos gastos trocando planos de celular ou pacotes de TV por assinatura, eliminando aquele cafezinho de toda tarde, cortando o delivery do fim de semana, tomando banhos mais rápidos e desligando a luz do abajur.

Uma vez que você já sabe quanto custa para viver mensalmente, crie metas para suas despesas:

50% da receita para gastos essenciais: moradia, alimentação, transporte, educação
15% para poupança: se você estiver com dívidas, use essa porcentagem para quitá-las. Se não, use para criar um montante de economia.
35% para manter seu estilo de vida: todos os gastos relacionados a lazer, compras variadas, hobbies, etc.  

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E para comprar um carro, o imóvel dos sonhos ou mesmo planejar a aposentadoria? Faça um projeto de vida de curto, médio e longo prazo: calcule quanto vai custar cada um desses objetivos e o tempo que você levará para alcançá-los, sempre trabalhando com a sua planilha de orçamentos.

Se você ainda não tiver uma, sem problemas: a Decisão Imóveis disponibilizou uma planilha inicial para você começar a registrar suas receitas e despesas, conseguir poupar dinheiro e se preparar melhor para pagar sua futura casa ou apartamento. Faça o download grátis: 

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