maquete de uma casa
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APRENDA A ECONOMIZAR DINHEIRO PARA COMPRAR SEU IMÓVEL

Depois que nos tornamos adultos, com responsabilidades, contas para pagar e, de vez em quando, algumas dívidas que apertam o orçamento doméstico, é natural pensarmos na importância de lidar com dinheiro desde jovem. Afinal, quanto mais cedo aprendemos a economizar, mais dinheiro conseguimos acumular não só para trabalharmos nossas despesas com folga, mas para realizarmos nossos projetos particulares, como a compra de um imóvel. É muito comum ouvirmos amigos e familiares se queixando do salário acabar antes do fim do mês, ou de como é difícil planejar uma viagem ou uma mudança de uma cidade para outra devido ao não hábito de poupar. Quando ocorre alguma emergência, então, nem se fala.  

Por isso, a primeira coisa que temos que ter em mente é: não gaste mais dinheiro do que você ganha – isso mina qualquer chance de economizar e, consequentemente, a sua liberdade de compra futura. Ou seja, é sensato, primeiramente, ganhar mais do que se gasta ou gastar menos do que se ganha. Independente de crises econômicas nacionais – o famoso “está ruim para todo mundo”-, é preciso organizar um planejamento financeiro e deixar uma porcentagem disponível para economia.

Antes de mais nada, construa uma espécie de diário com suas despesas através de uma planilha no computador, por exemplo, e faça disso um hábito. Anote tudo o que você gasta no mês, preferencialmente em categorias, e pergunte-se quanto você ganha e quanto precisa, de fato, gastar nesse período? Aluguel, IPTU e contas como energia, TV por assinatura, telefone, internet, água e gás variam pouco, mas não esqueça das despesas categorizadas em lazer, roupas, alimentação e outros, que não podemos prever com tanta facilidade. São elas que podemos avaliar e remanejar de acordo com a nossa receita: é mesmo necessário, por exemplo, ir ao cinema toda semana? É preciso comprar roupas todo mês? E jantar naquele restaurante mais caro? Onde é possível cortar gastos? 

homem olhando uma planilha no computador

É normal que, após uma análise dessa, a família perceba que é possível reduzir entre 20% e 30% dos gastos trocando planos de celular ou pacotes de TV por assinatura, eliminando aquele cafezinho de toda tarde, cortando o delivery do fim de semana, tomando banhos mais rápidos e desligando a luz do abajur.

Uma vez que você já sabe quanto custa para viver mensalmente, crie metas para suas despesas:

50% da receita para gastos essenciais: moradia, alimentação, transporte, educação
15% para poupança: se você estiver com dívidas, use essa porcentagem para quitá-las. Se não, use para criar um montante de economia.
35% para manter seu estilo de vida: todos os gastos relacionados a lazer, compras variadas, hobbies, etc.  

pessoas realizando cálculos através de uma calculadora

E para comprar um carro, o imóvel dos sonhos ou mesmo planejar a aposentadoria? Faça um projeto de vida de curto, médio e longo prazo: calcule quanto vai custar cada um desses objetivos e o tempo que você levará para alcançá-los, sempre trabalhando com a sua planilha de orçamentos.

Se você ainda não tiver uma, sem problemas: a Decisão Imóveis disponibilizou uma planilha inicial para você começar a registrar suas receitas e despesas, conseguir poupar dinheiro e se preparar melhor para pagar sua futura casa ou apartamento. Faça o download grátis: 

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casal analisando papeis
comprar um imovelFinanças

COMO SABER SE É HORA DE VOCÊ INVESTIR EM IMÓVEIS?

 

Você está pensando em formas de acumular ou aumentar seu patrimônio, e investir em imóveis está entre as opções? Bom, essa é, de fato, uma boa saída para preservar suas economias dos períodos de alta inflação e de políticas governamentais que podem prejudicar os investimentos em renda fixa.

Mas será que você está pronto para entrar no mercado imobiliário como investidor? A Decisão te ajuda a descobrir aqui embaixo:

  1. Você se considera um investidor conservador?

Se você quer estar confortável com o seu investimento, saiba que mexer com imóveis é, além de seguro, rentável e envolve ótimas oportunidades. Afinal, comprar uma casa, sala comercial ou apartamento é adquirir um patrimônio físico que não pode ser facilmente tomado de você, ao contrário de outros bens como carros e joias.

Ou seja, é o tipo de negócio ideal para pessoas mais conservadoras em relação a investimento, que querem evitar problemas e preocupações com flutuações de mercado financeiro. E, claro, sem abrir mão do lucro.

  1. Acha que ter pouco dinheiro não é sinônimo de investimento?

Pois é, uma coisa não tem necessariamente a ver com a outra – especialmente quando o assunto é imóveis. Não é preciso ter uma grande quantia de dinheiro para entrar nesse negócio; pense, por exemplo, que é possível juntar um grupo de investidores com amigos ou familiares e colocar a mão na massa. Se sozinhos vocês não conseguiriam comprar um imóvel, será que juntos não isso seria viável? 😉

Lembrando também que sempre é interessante estudar um financiamento imobiliário, quando é possível dar uma entrada e pagar parcelas mensais que cabem no seu bolso.

  1. Sabe barganhar?

Não é um atributo essencial, mas bastante desejável. Quanto melhor você for nisso, mais fácil será adquirir um imóvel por um preço mais justo ou de acordo com o seu orçamento – a menos, claro, que você tenha uma imobiliária experiente como a Decisão no papel de intermediadora, que é especialista em delimitar valores justos em sua cartela de imóveis.  

E outra: imóveis usados, por exemplo, requerem certo poder de barganha para que sejam revendidos valorizados.

calculadora e papeis

  1. Você tem paciência?

É, paciência. Afinal, investir em imóveis também envolve investir seu tempo pesquisando o seu mercado-alvo, procurando preços médios de imóveis e propostas de desenvolvimento urbano que possam trazer impacto à região. Ainda tem a pesquisa presencial, em que você pode conhecer especialistas da área, conversar com corretores e proprietários e obter informações valiosas que enriquecerão tudo o que você já captou anteriormente – uma etapa, muitas vezes, negligenciada por investidores em imóveis.

Por fim, é sempre interessante discutir os dados que você tem em mãos com pessoas de confiança; afinal, elas podem acrescentar algo em sua pesquisa, o que vai deixá-lo ainda mais seguro do que está fazendo.

  1. 2017 ainda tem um cenário favorável

Com a economia brasileira começando a dar sinais de melhorar devido aos ajustes do novo governo, é natural que os preços voltem a subir mais rapidamente assim que a situação se estabilizar. Por isso, o momento de investir em imóveis é agora, antes que as oportunidades que navegam por todos os lados desapareçam.

2017 ainda guarda facilidades nas negociações, também, pela alta produtividade do setor de construção civil nesses últimos anos, levando a um bom número de novos imóveis construídos. E, caso você tenha uma entrada bacana ou mesmo o valor integral, é claro que ofertas aparecerão com mais facilidade.

 

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homem ilustrando uma estatística
Finanças

COMO SABER SE O VALOR DO ALUGUEL ESTÁ JUSTO?

Atrelar um valor de aluguel relativamente baixo a um imóvel que atenda a todos (ou quase todos) os requisitos de quem quer morar com conforto pode ser um desafio. Vamos supor, por exemplo, que você encontrou o apartamento ou casa que tem tudo a ver com as suas expectativas, mas está em dúvidas se o aluguel está sendo cobrado honestamente. Você parou para reparar se outros imóveis semelhantes a esse, no mesmo bairro, possuem valores muito diferentes? Pois saiba que esse e outros aspectos devem ser levados em consideração para se chegar a alguma conclusão.

A regra que costumava circular é que o valor do aluguel deveria ser 1% do valor do imóvel, mas é  uma lógica que vem caindo em desuso devido às transformações sofridas pelo mercado imobiliário nos últimos anos. Hoje, é mais comum pensar que esse percentual esteja entre 0,5% e 1%; por exemplo, se o imóvel custa 100.000 reais, o aluguel pode custar até R$ 1.000,00.

Mas isso serve só para dar uma noção sobre o assunto, já que, na prática, a lógica imobiliária segue tamanho do imóvel, idade, conservação, localização, acabamento, número de cômodos, vagas de garagem, lazer, etc. Por isso, dê uma olhada nas nossas dicas para tentar entender se o valor do aluguel daquela casa ou apartamento que você está procurando é justo:

lupa maximizando moedas

Faça uma pesquisa em lugares próximos

É simples: veja o quanto estão cobrando nas redondezas de onde está o imóvel-alvo. Selecione aqueles com metragem, número de dormitórios, área externa (quando houver), etc. parecidos e faça comparações. Para ficar mais fácil, faça uma busca na internet.

Preste atenção na mobília

Imóveis mobiliados possuem, naturalmente, aluguéis mais caros que os outros (em torno de 20 a 30% a mais).

Onde o imóvel está localizado?

Dois imóveis em um mesmo bairro podem, sim, ter preços de aluguéis bem diferentes. Isso porque é preciso levar em consideração de que pontos eles estão próximos: vias de acesso de ônibus e metrô, estrutura comercial, supermercados, padarias, parques/lazer, etc. Até a posição do imóvel em relação à rua – se está em declive ou não – e se a vizinhança é calma ou ruidosa influenciam nesse valor final!   

maquete de uma casa, moedas e calculadora

Velho ou mais novo?

Apartamentos e casas antigos exigem mais manutenção e, portanto, fazem com que o aluguel seja mais barato. Ou seja: quanto mais novo o imóvel, mais caro será o aluguel.

Além disso, a conservação dele e do condomínio (quando é o caso) contam muito, como tipo de acabamento e revestimento, histórico de reformas, estrutura de lazer, acessibilidade, circuito de TV interno, etc. Fique atento se tudo funciona bem; afinal, não é justo pagar um valor de aluguel mais alto por itens que não atendem como deveriam.

Uma boa imobiliária faz a diferença

Prefira escolher entre imóveis cadastrados em uma imobiliária experiente – como a Decisão Imóveis -, que possui profissionais capacitados para fazer medições com base nas normas da ABNT e do Cofeci (Conselho Federal de Corretor de Imóveis), que acompanham o valor do metro quadrado das regiões, que entendem profundamente do mercado e sabem chegar em valores de aluguel justos. Assim, fica muito mais fácil começar uma negociação.

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decoração estilo industrial
Decoração

DECORAÇÃO NO ESTILO INDUSTRIAL

Estilo industrial? Mas o que é isso?

Você pode até não conhecer o nome, mas provavelmente já deve ter visto por aí. Esse tipo de decoração que é tendência atualmente surgiu entre os anos 1950 e 1970, especialmente em Nova Iorque, quando pessoas transformavam galpões e estúdios abandonados em lares – espaços amplos com pé direito alto, repletos de tijolos e tubulações aparentes, madeira, metal e concreto de sobra. Na época instaurado nos chamados lofts urbanos (com ambientes integrados), hoje o estilo é facilmente adaptável para uma casa ou apartamento, desde que exploradas essas características.

decoração industrial

Para quem gosta de uma pegada rústica e vintage, é perfeito. Aliar fios e tubulações aparentes com peças assim, por exemplo, criam um ar charmoso de sofisticação. Aposte no minimalismo. Se quiser cômodos mais leves e românticos, a dica é escolher tons pastel  (também conhecidos como candy colors) e textura de madeira.    

estilo industrial de decoração

O importante é associar os móveis e objetos de decoração de forma harmoniosa para não criar, sem a intenção, um ambiente bagunçado. Com isso em mente, invista em pisos e paredes de cimento (cimento queimado está muito em alta e é superfácil de fazer!), luminárias do tipo usadas em indústrias, iluminação exposta (como de trilhos, por exemplo) e metais “desgastados”.

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pessoas conversando
Finanças

DESPESAS DO INQUILINO x DESPESAS DO PROPRIETÁRIO: ENTENDA

A desinformação e a má fé de alguns inquilinos e proprietários de imóveis contribuem em muito para que as dúvidas sobre essa questão de despesas no condomínio se acentuem, levando a resoluções fora da lei, conflitos, desgastes e cumprimentos equivocados de direitos e deveres.  

Segundo a legislação, no artigo 22 da lei 8245/91(Lei do Inquilinato), o locador é responsável pelas despesas extraordinárias e, o locatário, pelas ordinárias:

COMPETE AO LOCADOR:
X – pagar as despesas extraordinárias de condomínio. Parágrafo único. Por despesas extraordinárias de condomínio se entendem aquelas que não se refiram aos gastos rotineiros de manutenção do edifício, especialmente: a) obras de reformas ou acréscimos que interessem à estrutura integral do imóvel; b) pintura das fachadas, empenas, poços de aeração e iluminação, bem como das esquadrias externas; c) obras destinadas a repor as condições de habitabilidade do edifício; d) indenizações trabalhistas e previdenciárias pela dispensa de empregados, ocorridas em data anterior ao início da locação; e) instalação de equipamento de segurança e de incêndio, de telefonia, de intercomunicação, de esporte e de lazer; f) despesas de decoração e paisagismo nas partes de uso comum; g) constituição de fundo de reserva.

desenho das despesas de um imovel entre as mãos de um homem

Aqui no Brasil, geralmente o inquilino paga IPTU, energia, gás, esgoto e despesas com manutenção e conservação do imóvel alugado, além de seguro contra incêndio.

Detalhando melhor, envolve:

  • Pagar salários e encargos dos funcionários do condomínio
  • Manutenção dos jardins, se houver
  • Conservação das instalações, equipamentos (elevadores, portões, interfones, piscina, academia, etc.) e dependências de uso comum
  • Rateios de saldo devedor durante o período da locação
  • Seguro condominial
  • Fundo de reserva

Ou seja, se o condomínio decide lavar a fachada do prédio, o que configura manutenção, o responsável pelo gasto é o inquilino; mas, se decidirem reformar a fachada (seja com pintura ou pastilhas), o custo é do proprietário. Está clara a diferença?

No caso das despesas estarem relacionadas diretamente ao apartamento ou casa alugada, como infestação de cupins ou defeitos em encanamento e fiação, é preciso avaliar se o problema começou antes ou após o contrato de aluguel. Sugerimos que você leia o texto REFORMA EM APARTAMENTO ALUGADO: COMO FUNCIONA? para entender melhor essa parte.

planejando um imovel

Conte o que achou nos comentários! 😉

 

Créditos:
Instagram: @laorganiza
Facebook: LA Organização de espaços

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comprar um imovelFinanças

5 motivos para você investir HOJE em imóveis

Em tempos de insegurança agravada por uma crise econômica, é natural que as pessoas procurem formas de poupar dinheiro ou mesmo aplicá-lo em algum investimento. Nesses casos, geralmente a poupança é a primeira saída que surge na cabeça; afinal, é um investimento de baixíssimo risco, mas, por outro lado, não é nada interessante quando o objetivo é ter rentabilidade.

Então, o que fazer para fazer seu dinheiro trabalhar para você?

Aposte em imóveis: uma opção excelente, inteligente e lucrativa e que não oferece riscos.

Para começar, pense o seguinte: um imóvel é praticamente um patrimônio vitalício que você compra para morar ou alugar para alguém, mantendo alguma valorização, e que ainda pode ser vendido caso o dinheiro seja necessário até mesmo para um novo investimento.

Por isso, confira a seguir 5 motivos para você passar a investir em imóveis:

1. Investir em imóveis é seguro

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Um imóvel é, antes de tudo, um patrimônio físico. Está ao seu alcance, é seu, e não pode ser tirado de você ou mesmo congelado, como já aconteceu na História com a poupança e contas bancárias.

E perceba uma coisa: pessoas que possuem fortunas consideráveis geralmente têm boa parte do dinheiro aplicada em imóveis. Se você está pensando que o motivo está na segurança do investimento, como dito acima, acertou. Mesmo em crise, com a inflação em alta e a instabilidade do mercado, os imóveis continuam sendo uma reserva patrimonial sólida, garantindo a preservação do seu dinheiro.

2. Grande demanda aliada à facilidade 

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Com o crescimento da população, vem a natural e consequente maior demanda por imóveis. Segundo pesquisa do IBGE, existe um déficit habitacional no Brasil de mais de 5 milhões de residências, reforçando a vantagem do aumento populacional.

Isso significa que, mais cedo ou mais tarde, o imóvel sempre encontra um comprador. Mas, mais importante nesse caso, é sempre ter alguém que procura um lugar para alugar: é aí que você consegue manter o patrimônio em constante valorização – efeito do crescimento da demanda – enquanto recebe a renda desse aluguel.

Além da possibilidade de comprar o imóvel na planta, usufruindo de condições de pagamento mais flexíveis (e recebendo um imóvel muito mais valorizado ao final), você pode aproveitar o benefício do financiamento bancário e do uso do FGTS, conseguindo parcelas mais suaves.  

3. Dá retorno e vira fonte de renda

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Escolha bem o imóvel que quer investir e tenha uma fonte de renda por tempo indeterminado. Quando você compra um apartamento ou casa por financiamento, as parcelas pagas se transformam no seu patrimônio; mas, quando compra com o objetivo de alugar, usa o valor mensal do aluguel para quitar ou abater as parcelas do financiamento. Uma ótima vantagem, não é?

Ou seja, além da renda, o imóvel pode garantir a você mais do que a simples correção do dinheiro investido.

4. Poder de compra protegido da inflação

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Isso mesmo! O INCC (Índice Nacional da Construção Civil) atualiza automaticamente o valor das parcelas do financiamento de um imóvel, assim como o valor dos aluguéis e outras transações do mercado imobiliário. Ou seja, investir nele ou colocar um imóvel seu para alugar protege de forma direta o poder de compra do seu dinheiro.  

5. Você fica mais disciplinado

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O fato de proprietários de imóveis receberem mensalmente o valor de seus aluguéis pode se transformar em um hábito positivo, já que, com esse rendimento, é possível fazer planos de forma organizada. Como, por exemplo, separar um dinheiro para tirar férias, comprar um carro ou pagar um curso.   

E então, pronto para colocar todas essas dicas em prática e fazer seu dinheiro trabalhar para você? A Decisão Imóveis fica na torcida. 

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casa-ou-apartamento
QUIZ

Casa ou apartamento?

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casal dentro do guarda roupas
Decoração

PERSONAL ORGANIZER: COMO ARRUMAR SEU GUARDA-ROUPA

Imagine o cenário: sua casa com os guarda-roupas atolados de roupas misturadas, a despensa bagunçada, os produtos de limpeza e alimentos desorganizados e entulhados. Por onde começar a arrumar? E como arrumar pra que tudo fique mais funcional e fácil de encontrar? É aí que entram os chamados personal organizers, que estão ganhando o mercado com o serviço de organização profissional de espaços para quem está sem tempo, energia ou mesmo com as dificuldades de que falamos acima.

Personal organizers são especialistas em organizar cozinhas, closets, áreas de serviço, salas, cômodas e estantes, quartos, banheiros, garagens, home offices e por aí vai. O segredo, dizem eles, está nas técnicas para essa organização, que fazem tanto sucesso que os clientes param de perder tempo tentando achar o que procuram, otimizando suas rotinas. Geralmente os profissionais são pagos por projeto, levando sempre em consideração os desejos de cada cliente e materiais necessários, quando necessários, para fazer a transformação.

Mas, se você não pretende investir nesse tipo de benefício no momento, a gente te dá uma mãozinha: hoje, vamos falar especificamente de guarda-roupas. Nada de escolher o que vestir e descobrir que aquele vestido ou camisa favoritos amassaram enquanto guardados e precisarão voltar para o ferro de passar, por exemplo.

Vamos às dicas?

DESAPEGUE

Acumular roupas e objetos é atitude básica para começar uma bagunça. O ideal é separar um dia para avaliar os itens que você guarda e fazer uma espécie de triagem. Doe peças que não terão mais uso e jogue fora aquelas outras muito velhas, manchadas e/ou furadas, por exemplo.

organizando o guarda roupas

ANALISE O ESPAÇO DO SEU GUARDA-ROUPAS: O QUANTO CABE NELE?

Se suas roupas e acessórios não estão cabendo ali, é preciso entender se você é quem tem muita coisa ou se o guarda-roupas é pequeno demais, e provavelmente a primeira opção é a resposta. Observe as divisórias, gavetas e o espaço como um todo para saber como usá-los da melhor forma possível. O que pode ser dobrado? O que deve ser pendurado? Como separar minhas coisas? Se preferir, divida tudo por cor e tonalidade ou outro critério que tenha a ver com o seu estilo. No verão, por exemplo, armazene edredons dentro de malas de viagem e economize lugar no guarda-roupas. Use a criatividade.

Mas, se ainda assim faltar espaço, faça uma nova triagem ou aposte em “móveis de apoio”, como cômodas, gaveteiros e baús.

mulher arrumando o guarda roupas

MÃOS À OBRA

. Comece arrumando uma parte de cada vez, sem pressa. Assim, você evita estresses com a quantidade total de coisas para ajeitar.

. Para evitar que as roupas dobradas em pilhas “despenquem”, utilize almas ou gabaritos dentro delas. Isso as manterá firmes e em ordem, organizadas.

. Use somente cabides de mesmo tamanho e cor: assim, tudo fica mais uniforme.

. Prefira cabides infantis para pendurar calças femininas, que são menores. Assim, elas não escorregarão e nem amassarão.

. Jamais pendure vestidos bordados: o peso dos bordados deformam a peça. Prefira guardá-los embrulhados em papel de seda dentro de caixas, longe de poeira. Ah, roupas de malha também não devem ser penduradas, pois podem alargar com o tempo!

. Descarte aquelas capas plásticas: pode parecer que são ótimas para proteger suas peças, mas na verdade as abafam, criando um ambiente propício para fungos e bactérias.

. O mesmo serve para caixas para guardar sapatos: prefira aquelas com abertura, favorecendo a circulação de ar.

Créditos:
Instagram: @laorganiza
Facebook: LA Organização de espaços

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executivo realizando análises
CondomínioFinanças

TAXA EXTRA DO CONDOMÍNIO: O QUE É E QUEM PAGA

A taxa do condomínio é aquela mensalidade que a gente paga todo mês para manutenções e serviços comuns para todos os moradores, como contas de água, segurança, salários dos funcionários e limpeza interna e externa. Mas, além dela, existe a chamada taxa extra: também conhecida como taxa extraordinária, ela é uma medida não muito popular para cobrir gastos não previstos no orçamento aprovado em assembleia. Não é incomum casos de necessidade de intervenções e reformas emergenciais ou preventivas no condomínio, o que requer dinheiro extra. Mas, de qualquer forma, esse tipo de cobrança precisa ser votado e aprovado em Assembleia Extraordinária, pendente da aceitação da maioria dos condôminos. Claro que há, sim, exceções em que o estabelecimento da taxa independe de aprovação, como quando queima um gerador, por exemplo.

O rateio da taxa entre os moradores, feito de acordo com a convenção de condomínio, geralmente segue a divisão conforme o percentual da fração ideal de cada unidade. Ou seja, quem mora em apartamentos com áreas maiores contribui com um valor maior. Nada mais justo, correto?

No entanto, esse assunto ainda gera polêmica entre condôminos e síndicos. Afinal, considerando inquilinos e proprietários, quando é responsabilidade de um ou de outro na hora de arcar com essas despesas? Quem mora de aluguel está acostumado a planejar o orçamento doméstico seguindo a taxa condominial; portanto, é importante entender como funciona a taxa extra.

casal calculando despesas

QUEM PAGA: INQUILINO OU LOCATÁRIO?

Vamos lá, é mais simples do que podemos pensar: quaisquer despesas rotineiras, de manutenção interna (chamadas de ordinárias), são pagas pela pessoa que habita o imóvel (ou seja, o inquilino), enquanto as despesas extras (extraordinárias) – como substituição de tubulações, alteração de paisagismo, instalação de equipamentos de segurança ou troca de pastilhas da fachada – são de responsabilidade do proprietário. Elas são consideradas despesas de benfeitoria pois agregam valor ao imóvel.

A justificativa dessa separação vem da valorização do apartamento/da casa e de quem vai lucrar com as melhorias. Por exemplo: se o imóvel for vendido, quem “ganha” é o proprietário, certo? Em contrapartida, quando as melhorias são aproveitadas imediatamente (manutenções, reparos de pequeno e médio prazo, limpezas em geral, pintura de áreas internas comuns e até encargos), quem arca é o inquilino, que irá usufruí-las. Você também pode conferir a Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91), nos artigos 22 e 23, para entender direitinho todas as obrigações do locador e do locatário.

Ah, e uma lembrança importante: se você é inquilino e alguma vez participou por engano de pagamento que não era de sua responsabilidade, saiba que você tem o direito de ser restituído. E agora, ficou fácil? 😉

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casal olhando um papel
Finançasqualidade de vida

2 MANEIRAS DE ALUGAR SEM FIADOR

Fiador é aquela pessoa geralmente dona de imóvel na mesma cidade que será responsável pelo pagamento dos aluguéis e encargos caso o inquilino não quite seus débitos, devido à perda de emprego, por exemplo – uma forma de proteger o proprietário do imóvel. Essa modalidade deve ser prevista em contrato e, importante, escolhida de comum acordo.

Apesar de ser a opção preferida de ambas as partes, conseguir um fiador pode ser uma missão incrivelmente difícil quando nos mudamos para uma cidade nova, onde não conhecemos ninguém de confiança. Por isso, trouxemos até você outras alternativas para alugar uma casa ou apartamento sem precisar de fiador:

Seguro-fiança

Essa opção requer a contratação de um produto de uma seguradora; em caso de quaisquer eventualidades que comprometam o pagamento dos aluguéis, é ela que arca com a dívida. Mas, em contrapartida, o inquilino não recebe o valor investido quando o contrato acaba, como é com qualquer outro seguro.

Esse valor varia pode ser diferente de acordo com a seguradora, a cobertura e o perfil do locatário, e cobre não apenas os aluguéis e multas de atraso, mas pinturas, condomínio, IPTU e danos ao imóvel. A vantagem é que, além de ser possível parcelar o seguro-fiança em até 12x sem juros, ele varia por volta de 15% do valor do aluguel ao mês e de 2 a 3 vezes o valor do aluguel ao ano.

mulher falando no telefone

Fundos de investimento ou títulos de capitalização

Essa modalidade, bastante específica, é voltada para quem costuma aplicar em fundos de investimento. Ou seja, quando o inquilino deixa de pagar o aluguel, o proprietário do imóvel pode pedir que parte de suas cotas do fundo sejam transferidas para o nome dele – que escolhe o que faz, mantendo o dinheiro aplicado ou resgatando-o.

Outra alternativa oferecida, mas não prevista em lei, é adquirir um título de capitalização como garantia no aluguel, normalmente 12 vezes o valor do aluguel somado ao condomínio e IPTU, que deve ser pago à vista e antes da mudança ao imóvel (normalmente a seguradora solicita 48 horas para confirmação do pagamento do boleto).

Durante a vigência do contrato, além do rendimento do valor aplicado ser TR (Taxa Referencial), você ainda concorre a alguns sorteios da seguradora. O prazo mínimo de aplicação é de 12 a 15 meses, mas se o valor for resgatado antes (pela imobiliária, com ciência sua), há um deságio. E, ao final do contrato, se você não for inadimplente, recebe o principal corrigido.

alugando-sem-fiador

Tanto a modalidade seguro-fiança quanto os fundos de investimento ou títulos pode ser usada em locações residenciais e comerciais. E é bom lembrar: independente da opção escolhida, ainda é preciso comprovar renda de, no mínimo, três vezes o valor do aluguel para fechar contrato.

A grande vantagem dessas opções é não ter que depender de fiador, nem de ninguém, para alugar o que quiser. Conte com a Decisão para assessorá-lo nesse processo. 😉

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